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Case de Sucesso Inplasul

De 3 linhas sem controle para 10 sistemas integrados: como a Inplasul transformou a qualidade do filme em vantagem competitiva

Desde 2016, a Inplasul equipou dez linhas de produção com sistemas Octagon. Não foi uma decisão única. Foi uma escolha repetida, linha por linha, ao longo de quase uma década. Este case conta o que estava por trás disso e o que mudou na operação.

O cliente

Sobre a Inplasul

A Inplasul é um produtor brasileiro de filmes plásticos que opera com volume alto e clientes exigentes. O tipo de operação onde variação de espessura não é só um problema técnico. É um problema comercial.

Quem compra filme para imprimir, laminar ou confeccionar embalagens tem tolerâncias definidas. Quando o fornecedor entrega fora do padrão, o cliente liga. E quando isso se repete, o cliente troca de fornecedor.

A Inplasul entendeu isso cedo. E foi por isso que a conversa com a Octagon começou.

O problema

O que ninguém fala sobre variação de espessura

Existe um problema em extrusão de filme balão que boa parte do mercado ainda trata como normal: a espessura do filme sai diferente em cada ponto do perfil porque o anel de ar é regulado manualmente, e regulagem manual depende de quem está no turno.

O operador da manhã ajusta de um jeito. O da tarde, de outro. Uma mudança de temperatura ambiente, uma variação no lote de resina, uma oscilação de pressão. Qualquer um desses fatores já é suficiente para deslocar o perfil de espessura.

O problema não aparece imediatamente na extrusão. Aparece depois.

O que a espessura irregular causa na cadeia de processamento

Na impressão:

a chapa não comprime o filme de forma uniforme. Resultado: impressão fora de foco, manchada ou com variação de brilho ao longo da bobina.

Na laminação:

o filme não adere de forma homogênea. Pontos mais finos aceitam mais cola; pontos mais espessos, menos. Resultado: bolhas, delaminação e rejeição no controle de qualidade do cliente.

Na confecção:

pontos espessos e finos comprometem a soldagem e a dobra. Uma solda que deveria segurar 10 kg falha porque o filme tinha espessura irregular naquele ponto.

Em todos esses casos, o problema começa antes da impressão, da laminação e da confecção. Começa na extrusão.

O custo

Quanto custa não controlar isso

Há três formas de perder dinheiro por falta de controle de espessura, e as três acontecem ao mesmo tempo.

Retrabalho e refugo

Bobinas rejeitadas pelo cliente, ou identificadas internamente fora do padrão, precisam ser refugadas ou reprocessadas. O custo de matéria-prima já foi consumido.

Consumo excessivo de resina

Quando não há controle preciso do perfil, a tendência é calibrar pelo lado mais seguro: deixar o filme um pouco mais espesso em média para evitar que pontos finos causem rejeição. Na prática, isso significa extrudar mais resina do que o necessário em cada metro produzido. Numa operação de alto volume, esse excesso se acumula em toneladas por ano.

Custo de relacionamento com o cliente

Cliente que recebe filme fora de especificação abre não conformidade, exige crédito ou migra para um concorrente. Esse custo não aparece na planilha de produção, mas aparece no faturamento.

A parceria

Como a Inplasul decidiu pela Octagon

Antes de qualquer proposta, a Octagon fez o que sempre faz: entendeu a operação.

Quantas linhas estavam com variação de perfil? Em quais turnos o problema era mais frequente? Quais clientes eram mais sensíveis à variação? Havia histórico de devoluções por qualidade de filme?

Essas perguntas não são formalidade. São o diagnóstico. Porque o sistema que resolve o problema de uma linha de 500mm numa planta com operadores experientes não é o mesmo que resolve uma linha de 700mm em expansão, com integração gravimétrica e controle de múltiplas camadas.

A Inplasul tinha um parque heterogêneo e um plano de crescimento. A resposta da Octagon foi uma proposta estruturada por etapas, alinhada com a capacidade de investimento e com as prioridades de cada linha.

Foi assim que a relação começou. Não com uma venda de produto. Com um entendimento de operação.

A transformação

De 3 para 10:
como a operação foi evoluindo

2016: o ponto de partida

Três linhas receberam sensores PMS-B para medição de espessura em tempo real e anéis de ar automáticos SmartLip 500 DL. A interface de controle foi o VisEx C, o sistema de visualização da Octagon.

Na prática: o PMS-B começou a medir a espessura em cada ponto do perfil continuamente, e o SmartLip passou a ajustar cada segmento do anel de ar com base nessa leitura, sem intervenção manual. O processo de correção, que antes dependia de um operador experiente sentindo o filme, passou a ser automático e documentado.

2017: escala

Mais três linhas foram equipadas, agora com SmartLip 500 e 700 TL para diâmetros maiores, com integração de ajuste de altura via Megasteel. A plataforma de controle evoluiu para DiagWin com IPC. A cobertura da Octagon já alcançava seis das principais linhas da planta.

2019: consolidação

Duas linhas adicionais replicaram o padrão já estabelecido. A essa altura, a Inplasul tinha construído um histórico interno: sabia quanto variava antes, sabia como estava depois, e sabia que o investimento se justificava.

2023: o salto de nível

As duas linhas mais novas chegaram com uma configuração diferente. Não só controle de espessura: integração completa do processo de extrusão.

Uma das linhas recebeu dosagem gravimétrica SmartGDS Eco configurada para 7 camadas, sistema de alimentação Smart MLS para 28 componentes, controle de extrusão via CLP Siemens integrado ao HMI Octagon, PMS-B e SmartLip 500 TL com ajuste de altura mc8.

A outra chegou equipada com o SmartBDS, o sistema de dosagem gravimétrica por batch da Octagon, configurado para 5 camadas. Mesma base de integração: Smart MLS para 30 componentes, controle Siemens, PMS-B e SmartLip 700 TL.

Nas duas linhas, a Octagon forneceu o sistema que gerencia da matéria-prima até o perfil de saída. A diferença entre SmartGDS e SmartBDS está na forma de dosagem: o GDS trabalha com dosagem contínua por perda de peso, o BDS pelo princípio de batch. A escolha de cada um depende da configuração da linha e do tipo de filme produzido.

Linha com SmartLip 700 TL mc8 + PMS-B + SmartBDS Batch Blender 5 camadas + Smart MLS (30 componentes) + CLP Siemens

Histórico completo de equipamentos instalados

Linha
Ano
Equipamentos Octagon
Linha 9
2016
SmartLip 500 DL + PMS-B + VisEx C
Linha 17
2016
SmartLip 500 DL + PMS-B + VisEx C
Linha 12
2016
SmartLip 350 DL + PMS-FF + DiagWin
Linha 20
2017
SmartLip 500 TL + PMS-B + Megasteel
Linha 16
2017
SmartLip 700 TL + PMS-B + Megasteel
Linha 22
2017
SmartLip 500 TL + PMS-B + Megasteel
Linha 13
2019
SmartLip 500 TL + PMS-B + Megasteel
Linha 18
2019
SmartLip 700 TL + PMS-B + Megasteel
Linha 124
2023
SmartLip 500 TL mc8 + PMS-B + SmartGDS Eco 7 camadas + Smart MLS (28 componentes) + CLP Siemens
Linha 125
2023
SmartLip 700 TL mc8 + PMS-B + SmartBDS Batch Blender 5 camadas + Smart MLS (30 componentes) + CLP Siemens

O sistema

Como o controle de espessura funciona na prática

É importante entender o que cada componente faz, porque a confusão sobre isso é comum no mercado.

O PMS-B é o sensor

Ele mede a espessura do filme em tempo real, varrendo o perfil continuamente. Sozinho, ele não corrige nada. Ele fornece dados.

O SmartLip é o anel de ar automático

Ele recebe os dados do PMS-B e ajusta o fluxo de ar em cada segmento do anel para corrigir as variações. É ele que efetivamente muda o processo.

O software ScenEx é o cérebro

Ele integra as informações, controla a lógica de correção, armazena o histórico e apresenta os dados para que operador e engenheiro tomem decisões informadas.

Quando os três trabalham juntos, o processo deixa de ser reativo, operador percebe o problema e tenta corrigir, e passa a ser proativo: o sistema detecta e corrige antes que o problema se manifeste no produto final.

Nas linhas de 2023, a Inplasul opera com os dois sistemas gravimétricos da Octagon: o SmartGDS Eco para dosagem contínua e o SmartBDS para dosagem por batch. Ambos controlam com alta precisão a composição do filme, garantindo que a mistura de resinas e aditivos seja consistente de bobina para bobina.

Software ScenEx Pro em funcionamento

A prova

Por que a Inplasul escolheu a Octagon 10 vezes

Não existe dado mais confiável do que o comportamento de compra repetido.

A Inplasul instalou o primeiro sistema em 2016. Voltou em 2017. Voltou de novo em 2019. E nas duas linhas mais tecnologicamente complexas da planta, construídas em 2023, a escolha foi novamente a Octagon, agora com um escopo muito maior que o original.

Esse padrão diz mais do que qualquer depoimento poderia dizer. Significa que o sistema entregou o que prometeu. Que o suporte técnico funcionou quando foi necessário. Que a equipe de engenharia da operação aprendeu a confiar nos dados que a plataforma apresenta.

Significa também que, quando a Inplasul decidiu expandir para soluções mais complexas com gravimétrico e integração total, não foi buscar outro fornecedor. Ficou com quem conhecia a planta.

Perguntas frequentes

O que todo comprador pergunta antes de decidir

Minha máquina não é nova. Vale a pena instalar?

Minha máquina não é nova. Vale a pena instalar?
A Octagon tem experiência específica em retrofit: instalar sistemas de controle modernos em linhas existentes. Não é necessário comprar uma extrusora nova para ter controle de espessura automático. Na maioria dos casos, a linha que você já tem aceita a integração. Quando o projeto é bem dimensionado, o retorno do investimento aparece no próprio processo produtivo.
Já tentei um sistema parecido e não funcionou como esperado.
Isso acontece quando o sistema é instalado sem diagnóstico adequado da linha. O anel de ar funciona sobre parâmetros físicos reais: geometria, fluxo de ar, tipo de resina, temperatura ambiente. Se o dimensionamento não considera esses fatores, o resultado fica aquém. A Octagon parte sempre de um levantamento técnico antes de qualquer proposta.
Fica muito dependente de suporte técnico externo?
A equipe de operação é treinada para trabalhar com o sistema de forma autônoma. O objetivo não é criar dependência, é transferir competência. Clientes como a Inplasul operam há anos com os sistemas sem necessidade de intervenção constante.
O investimento é alto para o momento.
O custo de não controlar o processo também existe, só que aparece distribuído em retrabalho, consumo excessivo de resina e perda de clientes. A análise de retorno leva em conta o que está sendo desperdiçado hoje.

Sua operação tem os mesmos desafios?

Se a sua planta produz filme balão e você convive com variação de espessura, rejeições por qualidade ou ajustes manuais que dependem do operador do turno, vale uma conversa.

Não para receber uma proposta padrão. Para entender se o problema que você tem é o mesmo que a Octagon resolve, e como.

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Octagon Blown Film Control

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Sobre a Octagon

Octagon Blown Film Control

Fundada em 1987 em Würzburg, Alemanha, a Octagon desenvolve sistemas de controle para extrusão de filme balão. São 38 anos de especialização em um único processo. Isso não é generalismo: é o oposto.

Todos os componentes, do sensor ao software, são desenvolvidos pela mesma equipe multidisciplinar. Quando há um problema na integração entre o PMS-B e o SmartLip, não existe a discussão de “o problema é no sensor ou no anel”. É tudo Octagon.

A empresa está presente em mais de 61 países, tem 70% de participação de mercado no Brasil desde 2021 e atende clientes nos cinco continentes em sete idiomas.

A Inplasul começou com 3 linhas. Hoje são 10.

O próximo passo começa com uma conversa.

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